Estátua da Liberdade, Central Park, Times Square, aquele skyline… Nova Iorque parece-nos familiar antes mesmo de lá pormos os pés, de tanto a vermos em filmes e séries. E, no entanto, quando lá chegamos, a cidade continua a surpreender. Neste guia, partilhamos tudo o que há para fazer em Nova Iorque, bairro a bairro, com os nossos lugares preferidos, as nossas dicas e o nosso roteiro de 8 dias.
Esta viagem foi o meu presente ao Alcino pelos seus 30 anos. No topo da sua bucket list estava Cuba… mas, ao pesquisar um pouco, depressa percebemos que a passagem de ano não é propriamente festejada por lá. Viajar nessa altura sem viver um 31 de dezembro memorável? Nem pensar. Uma coisa levou à outra e acabámos por reservar Nova Iorque: 8 dias, de 29 de dezembro a 5 de janeiro, a quatro.

O que fazer em Nova Iorque: o essencial em resumo
| 🗽 Em resumo | ✨ O que precisa de saber |
|---|---|
| Duração ideal | 7 a 8 dias para uma primeira viagem, 4 a 5 dias para o essencial de Manhattan |
| Organizar as visitas | Por bairros: Downtown, Midtown, Uptown e Brooklyn, do outro lado da ponte |
| Imperdíveis | Estátua da Liberdade, Ponte de Brooklyn, Empire State Building ou Top of the Rock, Times Square, High Line, Central Park |
| Grátis | Ferry de Staten Island, Ponte de Brooklyn, Central Park, High Line, Grand Central, Memorial do 11 de Setembro |
| Documentos | Passaporte eletrónico e ESTA (40,62 $ no site oficial) |
| Deslocações | A pé e de metro: 3 $ por viagem com contactless, com teto de 35 $ por semana |
| CityPASS | 149 $ por 5 atrações à escolha entre 10 |
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O que fazer em Nova Iorque por bairros
Em 8 dias em Nova Iorque, há muito com que se entreter: atrações imperdíveis, sítios insólitos, atividades gratuitas… O mais difícil é escolher.






Ao preparar a viagem, percebemos rapidamente que em Nova Iorque se pode perder imenso tempo a atravessar Manhattan de um lado para o outro. Foi por isso que organizámos os nossos dias por bairros, e este guia segue a mesma lógica.
Para mim, era a segunda viagem a Nova Iorque, depois de uma primeira estadia de 10 dias em 2010, que conto no artigo Nova Iorque: o dia em que realizei um sonho (em francês). E redescobri completamente a cidade: há sempre algo de novo para ver.
Fizemos todas as visitas que se seguem em 8 dias. O primeiro dia foi dedicado à instalação no hotel e às luzes de Natal de Dyker Heights e, no dia 31 de dezembro, sacrificámos boa parte da tarde para a passagem de ano.
Para facilitar, dividimos Manhattan em três grandes zonas: Downtown, a sul, Midtown, ao centro, e Uptown, a norte.
O que fazer em Nova Iorque: Downtown
A Estátua da Liberdade
Precisa de apresentações? É um dos muitos símbolos da cidade, mas continua a ser imperdível! O bilhete permite circular à volta da estátua. Há um suplemento para subir ao pedestal e à coroa, e o melhor é reservar com antecedência. Como não o fizemos, não sei dizer se vale mesmo a pena.
Se quiser vê-la, mas não necessariamente tão de perto, opte pela versão gratuita: apanhe o ferry de Staten Island, que passa mesmo em frente. Consoante o ferry, pode ficar no convés exterior, o que é bem melhor do que ver tudo através dos vidros sujos da cabine…


A Ponte de Brooklyn / Brooklyn Bridge
Local emblemático da cidade, esta ponte vale sobretudo pela arquitetura e pelos seus inúmeros «cabos». Para ser sincera, achei a vizinha, a Manhattan Bridge, mais bonita com a sua cor azul, mas a primeira é sem dúvida muito fotogénica!
Conte com 30 minutos para a atravessar. Se for à noite e, como nós, no inverno, agasalhe-se bem: o vento soprava com muita força!


Se quiser, vá um pouco mais longe e passeie pelo Brooklyn Bridge Park: além de ser um passeio agradável, tem uma vista fantástica sobre a ponte e sobre Manhattan. A fazer de dia ou de noite!


A Ponte de Manhattan / Manhattan Bridge
Com a sua cor azul, não passa despercebida. Adorei esta vista, à direita. Vá até à esquina da Washington com a York St., no bairro de DUMBO, em Brooklyn. Consegue ver o Empire State Building?


A estação de metro City Hall
É um segredo mal guardado. Esta estação foi encerrada ao público em 1945, porque as suas arcadas abobadadas foram consideradas perigosas.
Quando o metro da linha 6 chega ao fim da linha, em Brooklyn Bridge, dá meia-volta e passa pela famosa estação.
Tínhamos um pouco de receio de levar um raspanete, porque estava um técnico ao lado da nossa carruagem, mas perguntámos-lhe e ele disse-nos para nos encostarmos ao vidro, do lado direito no sentido da marcha, e que a íamos ver! Desconfiamos que ele pediu ao condutor para abrandar na estação, só para nós!
A experiência durou 20 segundos, no máximo, mas estávamos que nem crianças a ver esta estação «secreta».

O Financial District e Wall Street
O bairro financeiro mais famoso do mundo. Venha durante a semana para ver os homens de negócios em ação! Quando lá passámos já era de noite e estava tudo bastante calmo.
Trinity Church
Estava a decorrer um ensaio quando passámos, por isso só a admirámos de relance.
O Memorial do 11 de Setembro
Uma nova torre e duas enormes fontes: é o que se encontra no lugar das antigas Torres Gémeas. As fontes são magníficas, tranquilas e convidam ao recolhimento.



One World Observatory
Mesmo ao lado do memorial, a nova torre do World Trade Center tem um miradouro no topo, do 100.º ao 102.º andar. O Empire State Building e o Top of the Rock chegaram-nos, mas é uma boa opção se quiser uma vista sobre o sul de Manhattan e a baía.
Chinatown
Não passámos lá tanto tempo quanto gostaríamos! As ruelas estão cheias de cores, cheiros e curiosidades que chamam a atenção…
Um conselho: não vá de barriga vazia, alguns cheiros (entre outras coisas) podem dar a volta ao estômago num instante…




💡Outras visitas: Little Italy
Greenwich Village e West Village
Ruas arborizadas, casas de tijolo com as suas escadas de incêndio, pequenos cafés… É a Nova Iorque das séries, mais calma, quase uma aldeia. Os fãs de Friends vão querer procurar o prédio da série, na esquina da Bedford Street com a Grove Street, antes de seguirem para Washington Square Park e as lojas do SoHo.
O que fazer em Nova Iorque: Midtown
O Top of the Rock e o Empire State Building
Para ter uma vista magnífica sobre a cidade. No Top of the Rock, ainda tem o Empire State Building como bónus.
Dica: com o CityPASS, pode subir duas vezes ao Empire State Building no mesmo dia, para ver o pôr do sol. Como no início de janeiro o sol se punha às 16h30, subimos às 15h30: não havia ninguém, a meio da tarde, e assim aproveitámos a vista de dia, ao pôr do sol e de noite.




St. Patrick’s Cathedral
É realmente imponente e magnífica: mármore branco e inúmeros pormenores na pedra e também nas portas.

Bryant Park e a New York Public Library
Não vou enumerar todos os parques de Nova Iorque, mas neste pode também visitar a biblioteca pública de Nova Iorque, que é gratuita. Seguindo pela 42nd Street, chega à Grand Central. Mais à frente fica o Chrysler Building e, ao fundo, a sede da ONU.
Grand Central Station
Os americanos não fazem as coisas pela metade! A estação parece um monumento antigo todo em pedra, e o átrio é impressionante. Olhe para cima e observe as constelações… Ou, debaixo das arcadas abobadadas, descubra um pequeno segredo: se falar junto à esquina da parede, o som sai do lado oposto. Estranho, não é? Seja como for, é engraçado ver as pessoas viradas para os cantos como crianças de castigo. (Fica no piso inferior, mesmo ao lado dos restaurantes.)
SUMMIT One Vanderbilt
Ainda não existia quando lá fomos: mesmo ao lado da Grand Central, este arranha-céus tem um miradouro todo em espelhos, onde o céu e a cidade se refletem até ao infinito. Continuamos a ter um fraquinho pelo Top of the Rock e pela sua vista sobre o Empire State Building, mas é sem dúvida a experiência mais original do momento.
Times Square
Paragem obrigatória neste cruzamento de mil ecrãs e, porque não, aproveitar para ver um espetáculo na Broadway.

Intrepid Sea, Air and Space Museum
Incluído no CityPASS, este museu é na verdade um porta-aviões que serviu durante a Segunda Guerra Mundial! Gostámos tanto que lhe dedicámos um artigo: o dia em que subi a bordo de um porta-aviões (em francês).

Chelsea Market
Um ótimo mercado coberto para comer qualquer coisa (massas, lobster rolls e outras delícias), pena haver pouco espaço para nos sentarmos lá dentro. A High Line não fica longe, mas no inverno…


A High Line
Esta antiga linha de comboio foi transformada num passeio elevado muito agradável.


Hudson Yards, The Edge e Little Island
A High Line termina agora em Hudson Yards, um bairro novinho em folha construído depois da nossa viagem. Aqui encontra o Vessel, aquela estrutura curiosa em forma de favo de mel, e o The Edge, um terraço suspenso a mais de 300 metros de altura, com chão de vidro para os mais corajosos. No outro extremo da High Line, junto ao Meatpacking District, a Little Island é um pequeno parque gratuito pousado sobre o rio Hudson, em pilares em forma de tulipa: perfeito para uma pausa.
Flatiron Building
O famoso edifício em forma de ferro de engomar. É também conhecido por ser um dos primeiros arranha-céus construídos com estrutura metálica, uma técnica revolucionária no início do século XX.
💡Outros sítios a visitar: o Madison Square Garden e o MoMA. E, para fazer compras, o East Village e o SoHo!
O que fazer em Nova Iorque: Uptown
Aconselhamos a fazer as três visitas seguintes num domingo, sem perder tempo!
Assistir a uma missa gospel
Confesso que, ao início, fiquei um pouco desiludida! Três pessoas em palco como «banda» não era o que eu esperava… Uma pequena canção muito rápida quando chegámos… Hum, tanto alarido para isto? Mas, quando o sermão acabou, um grupo de cantores subiu ao palco e aí… foi fantástico! É só preciso ter paciência!
Há várias igrejas no Harlem onde se pode assistir a uma missa. Escolhemos o mais fácil e fomos à First Corinthian Baptist Church: perto do metro e com boas críticas na internet. Um conselho: vá à missa das 8h. Sim, levantar cedo custa, mas quando sair por volta das 9h30 e vir as pessoas já na fila para a das 11h, vai ficar contente! Além disso, o horário é perfeito para comer um cookie na Levain Bakery e seguir para o Museu de História Natural, que abre às 10h!
Museu Americano de História Natural
É um dos maiores do mundo, o que já é uma boa razão para o visitar, não acha? Quatro pisos com coleções de pedras preciosas, história das civilizações e réplicas de animais (não são embalsamados, fui verificar)…
Pessoalmente, não gostei da organização do museu: cada piso tem vários temas. É verdade que isso obriga os visitantes a «interessar-se» por tudo, mas a visita não tem lógica nenhuma e passa-se dos animais de África para uma civilização qualquer, e depois outra vez para animais… Almoçámos lá: o preço não é exagerado, mas também não é alta gastronomia! A carne de vaca e as pizzas estavam boas!
Central Park
É gigantesco, e não vai conseguir ver tudo a não ser que lá vá todos os dias! Segunda vez em Nova Iorque, segunda vez no inverno, e continuo sem ver neve… O parque deve ser ainda mais bonito no verão… Mais uma razão para voltar! Felizmente, os esquilos estão lá para animar os turistas!


O MET e a Museum Mile
O Metropolitan Museum of Art, o MET para os amigos, fica à beira do Central Park, do lado do Upper East Side. É um dos maiores museus do mundo: do Antigo Egito aos impressionistas, seriam precisos dias para ver tudo. Marca o início da Museum Mile, o troço da 5.ª Avenida onde se alinham os museus, entre eles o Guggenheim, um pouco mais acima.
💡Outras visitas: o Deutsche Bank Center (antigo Time Warner Center), na esquina sudoeste do Central Park, e o Guggenheim, na 5.ª Avenida.
💡 Dicas práticas
Como já percebeu, a melhor forma de visitar Nova Iorque é a pé, para apreciar a arquitetura, os monumentos… e simplesmente o dia a dia dos nova-iorquinos! Mal se chega, apetece ver e fazer tudo, mas, para gerir melhor o tempo e as distâncias, e não se cansar demasiado, o melhor é organizar as atividades por bairros.
O nosso roteiro de 8 dias em Nova Iorque
Quantos dias são precisos para visitar Nova Iorque? Para uma primeira viagem, 8 dias é o ideal: o suficiente para ver os imperdíveis sem pressas e para passear com calma pelos bairros. Eis como organizaríamos os nossos dias se fosse para repetir, agrupando as visitas por zona.
No primeiro dia, deixe as malas e entre no ambiente com Times Square ao cair da noite. Se estiver lá na época festiva, não perca as luzes de Dyker Heights, que contamos no nosso artigo sobre o Natal em Nova Iorque. No dia seguinte, comece cedo por Downtown: ferry para a Estátua da Liberdade, Financial District, Wall Street e Memorial do 11 de Setembro, antes de atravessar a Ponte de Brooklyn ao fim do dia.
O terceiro dia é dedicado a DUMBO e ao Brooklyn Bridge Park e, depois, a Chinatown, Little Italy e Greenwich Village. Nos dias 4 e 5, rumo a Midtown: Empire State Building ou Top of the Rock ao pôr do sol, Grand Central, a biblioteca e Bryant Park e, depois, o Intrepid, o Chelsea Market e a High Line até Hudson Yards.
Guarde um domingo para Uptown: missa gospel no Harlem, cookie na Levain Bakery, Museu de História Natural e Central Park. Nos dois últimos dias, deixe margem: um museu como o MET ou o MoMA, umas compras no SoHo e tudo o que não houve tempo para ver… porque fica sempre alguma coisa! Só tem 4 ou 5 dias? Concentre-se em Manhattan e escolha um ou dois imperdíveis por bairro.
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Visitar Nova Iorque: informações práticas
As nossas dicas
1/ Chegue cedo às principais atrações para evitar as filas. Connosco resultou quase sempre! Quando chegámos às bilheteiras da Estátua da Liberdade às 8h30, não havia quase ninguém e esperámos 10 minutos, no máximo, pelo nosso CityPASS. Quando voltámos depois da visita, a fila ia quase até ao metro, aos ziguezagues: impressionante!
2/ Não acredite nos angariadores! Parece óbvio, não é? Não me tinha acontecido na primeira viagem, por isso não estava nada desconfiada! Mesmo antes das bilheteiras da Estátua da Liberdade, um angariador contou-nos uma história muito bem montada e quase caímos na esparrela!
3/ Escolha um ou dois restaurantes perto das atrações que pretende visitar em cada dia. Não queríamos planear a viagem ao minuto, não é a nossa forma de viajar. Mas, se fosse para repetir, guardaríamos algumas moradas para não andarmos às voltas e, sobretudo, para evitar surpresas desagradáveis!
A cidade de Nova Iorque
Um ponto interessante: a maioria das pessoas só pensa em Manhattan quando se fala de Nova Iorque, quando na verdade é apenas um dos seus cinco bairros administrativos, os boroughs. Nova Iorque é Manhattan, mas também Brooklyn, Queens, o Bronx e Staten Island.

Mapa dos bairros de Nova Iorque – fonte: sfvincent.fr
O ESTA
É preciso pedir o ESTA no site oficial. Custa atualmente 40,62 $ (contra 14 $ na altura da nossa viagem!): desconfie dos sites não oficiais que cobram muito mais. E, claro, é preciso um passaporte eletrónico.
O CityPASS
Queríamos visitar algumas das atrações pagas imperdíveis, por isso optámos pelo New York CityPASS (não confundir com o New York Pass, que inclui mais coisas, mas é mais caro). Pode comprá-lo online aqui: CityPASS de Nova Iorque, ou em qualquer atração parceira. Custa atualmente 149 $ (contra 114 $ na altura da nossa viagem) e permite escolher 5 atrações entre 10, a usar em 9 dias. Atenção: a maioria das atrações exige agora a reserva de um horário. As atrações à escolha:
- Empire State Building (subida de manhã e à noite)
- Museu Americano de História Natural
- Top of the Rock
- Memorial e Museu do 11 de Setembro
- Estátua da Liberdade e Ellis Island
- Cruzeiro Circle Line
- Intrepid Sea, Air & Space Museum
- Museu Guggenheim
- Miradouro The Edge
- Whitney Museum of American Art
Cuidado com os angariadores! Cruzámo-nos com um tipo junto à Estátua da Liberdade que nos disse que ela estava em obras, que o CityPASS não se vendia ali e que, de qualquer forma, não dava acesso à estátua, por causa das obras… Chegou a dizer-nos que o acesso ao ferry (e, portanto, às bilheteiras) era só para quem já tinha bilhete! Claro que era tudo mentira. Mas confesso que quase caímos na esparrela! Acabámos por ir à bilheteira um pouco mais à frente e comprámos os nossos CityPASS sem problemas… Se fosse para repetir, comprávamo-los online, para evitar complicações!
Para saber se compensa, compare o preço das visitas que quer fazer com o preço do passe. Também pode comprar os bilhetes online antes da viagem. Por exemplo, neste link encontra a entrada para o Empire State Building, mas há muitos outros. Faça as contas!
Aeroporto ⇔ hotel
A partir do aeroporto de Newark, queríamos chegar por estrada, para «ver» a cidade. Pesquisámos muito na internet e encontrámos este site, que estimava a viagem em 55 $. Como éramos quatro, compensava mais do que o shuttle (cerca de 20 $ por pessoa). Lá chegados, fizemos fila para o táxi, demos a morada do hotel e entregaram-nos um talão: 64 $. Pois… Chegámos ao hotel e a conta foi salgada: 90 $ (para quatro)… No regresso, apanhámos o comboio em Penn Station, que custou só 13 $ por pessoa… Atualização: o comboio NJ Transit a partir do aeroporto de Newark (AirTrain incluído) custa hoje cerca de 16 $ por pessoa, e o táxi está ainda mais caro do que na altura, com portagens e taxas adicionais para entrar em Manhattan.

Onde ficar?
Nessa altura do ano, os alojamentos eram todos muito caros, longe de Manhattan ou longe dos transportes. Não há segredo: é preciso comparar hotéis, Airbnb… Acabámos por reservar uma ótima promoção de voo + hotel.
Estávamos um pouco apreensivos ao chegar ao Hudson Hotel, porque as críticas no TripAdvisor eram bastante negativas… Afinal, o quarto era bem simpático, um pouco pequeno, é verdade, mas para dormir e usar a casa de banho… chegava! A limpeza era feita todos os dias, exceto o aspirador… Ao fim de 8 dias, o chão estava um bocadinho sujo… O grande ponto positivo era a localização: ao lado do Central Park, a 10 minutos de Times Square e junto a uma estação de metro servida por 6 linhas. Perfeito!
Atualização: o Hudson Hotel entretanto fechou definitivamente, mas esta zona entre o Central Park e Times Square continua a ser ideal para ficar.


Onde comer?
Preparámos um artigo com todos os restaurantes de Nova Iorque que testámos (em francês), os bons e os menos bons! Restaurantes, tascas e bancas de comida não faltam! Sabemos que os Estados Unidos não são conhecidos pela gastronomia, mas aproveitámos para comer hambúrgueres, cupcakes e, sobretudo, fazer brunch!

Transportes públicos
Andámos imenso a pé (150 km em 8 dias), mas mesmo assim comprámos o bilhete ilimitado de 7 dias. Entretanto, o MetroCard desapareceu: agora paga-se diretamente no torniquete com o cartão bancário contactless ou com o telemóvel (sistema OMNY). Cada viagem custa 3 $ e há um teto: depois de 12 viagens em 7 dias, as seguintes são gratuitas, ou seja, 35 $ no máximo por semana. Lembre-se apenas de usar sempre o mesmo cartão!
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Achámos que 8 dias em Nova Iorque foram suficientes para uma primeira visita, mas não teríamos recusado mais alguns dias. Fiz imensas coisas novas, apesar de ter ficado 10 dias na minha primeira viagem, em 2010: há mesmo muito para fazer, e para todos os gostos!
Para não perder os próximos artigos sobre esta viagem, subscreva! 🙂
FAQ – O que fazer em Nova Iorque
As perguntas frequentes estão aqui!
Quantos dias são precisos para visitar Nova Iorque?
Para uma primeira viagem, conte com 7 a 8 dias: foi o que fizemos, e é suficiente para ver os imperdíveis sem pressas. Se tiver apenas 4 ou 5 dias, concentre-se em Manhattan e organize as visitas por bairros: Downtown, Midtown e Uptown.
O que não perder em Nova Iorque?
A Estátua da Liberdade, a Ponte de Brooklyn, o Memorial do 11 de Setembro, o Empire State Building ou o Top of the Rock, Times Square, a Grand Central, a High Line e o Central Park. Junte-lhe uma missa gospel no Harlem num domingo de manhã e um passeio por DUMBO, em Brooklyn.
O que fazer de graça em Nova Iorque?
Muita coisa! O ferry de Staten Island, que passa em frente à Estátua da Liberdade, a travessia da Ponte de Brooklyn, o Central Park, a High Line, a Little Island, a Grand Central, a biblioteca pública de Bryant Park ou ainda as fontes do Memorial do 11 de Setembro.
Que bairros visitar em Nova Iorque?
Nova Iorque tem cinco bairros administrativos (boroughs): Manhattan, Brooklyn, Queens, o Bronx e Staten Island. Para uma primeira viagem, divida Manhattan em três zonas (Downtown, Midtown e Uptown) e junte Brooklyn, com DUMBO e a sua vista sobre o skyline.
Que miradouro escolher em Nova Iorque?
O nosso preferido continua a ser o Top of the Rock, porque tem vista para o Empire State Building e para o Central Park. O Empire State Building é o mais mítico, enquanto o SUMMIT One Vanderbilt e o The Edge oferecem as experiências mais originais. O One World Observatory tem vista sobre o sul de Manhattan e a baía.
O CityPASS de Nova Iorque compensa?
Custa 149 $ e permite escolher 5 atrações entre 10, incluindo o Empire State Building, o Top of the Rock, a Estátua da Liberdade e o Museu de História Natural. Compensa se pretender fazer pelo menos 4 ou 5 destas visitas: compare com o preço dos bilhetes avulsos.

