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Roteiro na Guadalupe: nosso road trip de 10 dias pela ilha

A Guadalupe é um daqueles destinos que reúne tudo o que procuramos numa viagem: praias de areia branca, selva exuberante, cascatas, um vulcão impressionante, especialidades gastronómicas… e aquele ritmo de vida descontraído típico das Caraíbas que tanto adoramos.

No entanto, para ser totalmente sincera convosco, não era um destino que estivesse no topo da minha lista de viagens de sonho. E, no fim de contas… que bela surpresa foi!

Se procura um roteiro na Guadalupe, está no sítio certo. Passámos 10 dias na Guadalupe a explorar o arquipélago em road trip, alternando entre Basse-Terre, mais selvagem e montanhosa, e Grande-Terre, mais turística e conhecida pelas suas praias paradisíacas.

Depois da nossa viagem à Martinica, há alguns anos, tínhamos muita vontade de descobrir outra ilha das Antilhas Francesas… e a Guadalupe conquistou-nos completamente pela diversidade das suas paisagens e pelo seu lado mais autêntico e selvagem.

👉 Este roteiro de 10 dias na Guadalupe parece-nos o equilíbrio perfeito entre descoberta, natureza e descanso. Vem connosco? 🌴

✤✤✤

Informações essenciais sobre a Guadalupe

A Guadalupe, conhecida como a ilha borboleta, é um arquipélago francês situado entre o mar das Caraíbas e o oceano Atlântico. Aliás, é mais correto falar das ilhas da Guadalupe, uma vez que o arquipélago é composto por várias ilhas principais:

  • Basse-Terre: vulcânica e verdejante, ideal para caminhadas, com o vulcão La Soufrière, cascatas e floresta tropical.
  • Grande-Terre: mais plana, famosa pelas praias e lagoas de águas cristalinas.
  • Marie-Galante, La Désirade e Les Saintes.

Existem ainda pequenos ilhéus menos conhecidos, como Petite-Terre ou os ilhéus do Grand Cul-de-Sac Marin.

Resumo dos nossos 10 dias na Guadalupe

Partimos numa quinta-feira e regressámos no sábado da semana seguinte, com voos noturnos. Eis o resumo do nosso itinerário na Guadalupe:

Dia 1: chegada a Pointe-à-Pitre
Dia 2: praia de Malendure e Route de la Traversée
Dia 3: Pointe-à-Pitre, jardim botânico e praias de Deshaies
Dia 4: Les Saintes
Dia 5: La Soufrière e Vanibel
Dia 6: Cascatas do Carbet, destilaria Bologne e kassaverie
Dia 7: Norte selvagem de Grande-Terre
Dia 8: Pointe des Châteaux e praias de Saint-François e Sainte-Anne
Dia 9: Grand Cul-de-Sac Marin e praias de Sainte-Anne
Dia 10: Últimas praias, Datcha e regresso ao aeroporto.

Roteiro na Guadalupe: o nosso road trip de 10 dias dia a dia

Preferimos começar por Basse-Terre e terminar em Grande-Terre, aproveitando os últimos dias para relaxar nas praias. Mas pode perfeitamente fazer o contrário, dependendo se prefere descansar no início ou no final das férias!

Dia 1: chegada a Pointe-à-Pitre e pôr do sol em Grande Anse

Depois de um longo voo, levantamos o carro de aluguer e seguimos diretamente para Deshaies. Subestimei um pouco o tempo necessário para sair de Pointe-à-Pitre e estivemos quase a perder o pôr do sol!

👉 Conte com cerca de 45 minutos a 1 hora de viagem.

Sem sequer deixar as malas no alojamento, seguimos diretamente para a praia de Grande Anse. Enorme, rodeada de coqueiros… claramente uma das praias mais bonitas da ilha. O pôr do sol aqui é mágico e dá logo o tom da viagem.

➺ Dormimos durante 3 noites no Jardin des Colibris, em Deshaies, um alojamento fantástico de que vos falarei melhor mais à frente.

Dia 2: praia de Malendure e Route de la Traversée

A vantagem do fuso horário é que acordamos cedo. Muito cedo… Resultado: às 7h30 já estávamos na praia de Malendure… ah ah! Este é O local de referência para observar tartarugas enquanto faz snorkeling. Infelizmente, não vimos nenhuma nesse dia… Talvez devido à chuva dos dias anteriores. Aliás, não vimos qualquer tartaruga durante toda a viagem, o que foi uma enorme desilusão para mim :-(.

Almoçamos na praia e depois atravessámos a ilha pela famosa Route de la Traversée. Ambiente de selva tropical garantido. Fizemos uma paragem na Cascade aux Écrevisses, muito acessível, e depois na Maison de la Forêt. Perfeito para uma primeira imersão na natureza guadalupense.

Terminámos novamente o dia na praia de Grande Anse, antes de jantar em Deshaies!

➺ Noite em Deshaies, no Jardin des Colibris.

Dia 3: Pointe-à-Pitre, jardim botânico de Deshaies e praias

Nessa manhã continuava a chuviscar, por isso alterámos os planos e fomos visitar Pointe-à-Pitre. Não foi o nosso grande favorito da viagem, mas pareceu-nos importante conhecer a principal cidade da ilha e formar a nossa própria opinião.

À tarde regressámos à natureza com uma visita à Anse Tillet, mais selvagem e menos frequentada do que outras praias, seguida do jardim botânico de Deshaies. (Segui o conselho da minha amiga Aurélie, do blog Chouette World, que prefere este jardim ao de Valombreuse).

E, mais uma vez, terminámos o dia em Grande Anse para assistir a mais um pôr do sol incrível!

➺ Noite em Deshaies, no Jardin des Colibris.

Dia 4: excursão a Les Saintes

Spoiler: uma das etapas preferidas da viagem ❤️. Mais uma vez acordámos muito cedo, deixámos o nosso bonito alojamento e seguimos para Trois-Rivières. Aí apanhámos o barco para Terre-de-Haut, com o seguinte programa:

  • passear pela vila;
  • aproveitar as praias;
  • visitar o Forte Napoléon.

A baía está classificada entre as mais belas do mundo e percebemos perfeitamente porquê! Escrevi um artigo completo sobre a nossa visita a Les Saintes. Também é possível pernoitar na ilha, e deve ser uma experiência fantástica. Mas, para continuarmos este roteiro pela Guadalupe, regressámos num dos últimos ferries do dia.

➺ Noite no An Eol Caraïbes, em Trois-Rivières.

Dia 5: trilho da Soufrière e propriedade Vanibel

Nessa manhã chovia torrencialmente, mas o meu marido tinha encontro marcado às 7h para subir à Soufrière, o ponto mais alto da Guadalupe. Embora tenha feito a subida sem nós (enquanto aproveitávamos a piscina quando o sol voltou a aparecer), vou dedicar-lhe um artigo próprio. Escolheu a versão com guia, que permite chegar ao topo e observar as fumarolas.

O trilho começa nos Bains Jaunes e a subida demora cerca de 1h30 a 2h, dependendo do ritmo. À medida que se sobe, a paisagem torna-se cada vez mais espetacular: vegetação mais escassa, rochas vulcânicas, fumarolas… e aquele cheiro a enxofre tão característico. No topo, a atmosfera é quase irreal, entre neblina e paisagens lunares. Infelizmente, devido ao mau tempo, a visibilidade era praticamente nula, mas ele adorou a experiência.

💡 Atenção: leve calçado adequado, pois o trilho pode ser bastante escorregadio.

De regresso, mudámos completamente de ambiente com a visita à propriedade Vanibel (site oficial). Situada nas montanhas, permite descobrir o cultivo do café, do cacau e da baunilha. Foi extremamente interessante para amantes de café como nós! A visita foi conduzida por uma guia apaixonada pelo tema e recomendamos mesmo a experiência.

➺ Noite no An Eol Caraïbes, em Trois-Rivières.

Dia 6: Cascatas do Carbet e partida para Grande-Terre

Nessa manhã seguimos para as Cascatas do Carbet, no coração da floresta tropical. Trata-se de um dos locais imperdíveis de Basse-Terre, com várias quedas de água impressionantes e acessíveis… Pelo menos era isso que tínhamos lido em todo o lado. Nós só vimos o parque de estacionamento, porque foi precisamente nesse momento que começou a chover torrencialmente. A visibilidade era péssima, não tínhamos roupa para trocar… por isso desistimos. Mais uma razão para voltar à Guadalupe!

Depois retomámos a estrada em direção a Sainte-Anne, com algumas paragens pelo caminho.

A primeira foi na destilaria Bologne, para descobrir as diferentes etapas de produção do rum. Tinha identificado várias destilarias na ilha, mas esta encaixava perfeitamente no nosso percurso sem grandes desvios. Também nos tinham recomendado a Bologne pelo seu lado mais autêntico e tradicional. A visita é gratuita e termina, claro, com uma degustação.

Para o almoço, seguimos para a Kassaverie Ti-Kabet. Uma verdadeira descoberta! Aqui aprendemos como são preparadas as kassavs, as tradicionais galettes de mandioca da Guadalupe… antes de as provarmos, obviamente!

Depois retomámos a estrada e atravessámos a ilha até Sainte-Anne. Mudança total de cenário: aqui reinam as praias de areia branca e as águas azul-turquesa.

➺ Noite no Pierre & Vacances, em Sainte-Anne.

Dia 7: o norte selvagem de Grande-Terre

Neste dia, deveríamos visitar Petite-Terre, a etapa que eu mais aguardava da viagem… Para ver tartarugas, raias e tubarões… Mas, se esteve atento, já percebeu que o tempo nos pregou algumas partidas. Recebemos uma mensagem: «Por razões meteorológicas, a sua excursão a Petite-Terre foi cancelada». Depois das tartarugas que não vimos em Malendure e das Cascatas do Carbet… nunca há duas sem três! Ficámos mesmo com uma excelente desculpa para voltar à Guadalupe.

Para este novo dia, fomos explorar o norte selvagem de Grande-Terre. Menos turístico, mais autêntico… e absolutamente magnífico.

Começámos pela Porte d’Enfer, uma impressionante formação natural onde o mar entra entre as falésias. Depois seguimos para a Pointe de la Grande Vigie, o ponto mais a norte da ilha. A vista é extraordinária, com falésias abruptas e o oceano a perder de vista.

Continuámos até ao Trou à Man Louis, um local menos conhecido. Entretanto, a fome apertou e seguimos para Anse Laborde, onde tínhamos encontrado alguns restaurantes. Foi uma das nossas maiores paixões da viagem! Água turquesa, areia tão branca que parecia rosada… simplesmente incrível.

Para o lanche mudámos de cenário e fomos até à praia do Souffleur.

No caminho de regresso parámos primeiro na antiga casa dos escravos, atualmente inacessível devido ao risco de colapso, e depois no cemitério de Morne-à-l’Eau. Também aqui ficámos impressionados! Normalmente não visitamos cemitérios por motivos pessoais, mas este é tão singular que acabámos por abrir uma exceção. Os famosos padrões em xadrez preto e branco são realmente surpreendentes.

➺ Noite no Pierre & Vacances, em Sainte-Anne.

Dia 8: Pointe des Châteaux e praias de Saint-François

É impossível visitar a Guadalupe sem passar pela Pointe des Châteaux. Trata-se de um dos locais mais emblemáticos da ilha. Estacionámos logo pela manhã e caminhámos alguns minutos até ao primeiro miradouro. Mas é sobretudo no topo que a paisagem se torna espetacular, entre formações rochosas, vento forte e um oceano revolto. A subida é curta, mas pode fazer bastante calor, por isso recomendamos chegar cedo.

Passámos pela Plage de la Douche, que, sinceramente, nos deixou um pouco indiferentes. Esperava algo muito mais impressionante. Seguimos depois para o mercado de Saint-François, bastante pequeno, e para a praia des Raisins Clairs. No final, acabámos por passar mais tempo na praia de Sainte-Anne, que nos pareceu mais prática para quem viaja com crianças. Pode também consultar o nosso artigo dedicado à Pointe des Châteaux.

➺ Noite no Pierre & Vacances, em Sainte-Anne.

Dia 9: excursão ao Grand Cul-de-Sac Marin

Não estava inicialmente previsto, mas depois do cancelamento da excursão a Petite-Terre decidimos procurar uma alternativa. O problema é que quase tudo estava esgotado há semanas. Restava uma excursão de um dia a Marie-Galante — que nos parecia demasiado curta — ou uma saída para descobrir os mangais e o Grand Cul-de-Sac Marin. A escolha foi rápida!

Partimos então para uma excursão de barco pelo Grand Cul-de-Sac Marin, um dos ecossistemas mais ricos da Guadalupe. E adorámos a experiência.

O programa incluía:

  • navegação pelos mangais;
  • paragem em pequenos ilhéus;
  • snorkeling em águas cristalinas e naquela que foi, provavelmente, a praia mais bonita das férias.

Adorámos esta meia jornada, muito diferente do resto da viagem. Um conselho: reserve as excursões com antecedência. E, se possível, planeie-as para o início da estadia. Assim, se forem canceladas, terá mais margem para reorganizar os seus planos.

Almoçámos em Le Morne e depois fomos descobrir o mercado de Sainte-Anne e algumas das praias da região. (Aliás, em breve publicaremos um artigo dedicado às praias da Guadalupe.)

➺ Noite no Pierre & Vacances, em Sainte-Anne.

Dia 10: última praia e regresso

Último despertar na Guadalupe… e inevitavelmente com alguma nostalgia. Aproveitámos ao máximo estes dias, mas ainda há tanto para descobrir na ilha!

Passámos a manhã na piscina do hotel e, a caminho do aeroporto, fizemos uma última paragem na praia de Le Gosier. O Lucas ainda deu um último mergulho antes de partirmos!

Informações práticas para organizar o seu roteiro na Guadalupe

Organizar uma viagem à Guadalupe é relativamente simples, mas algumas dicas podem fazer toda a diferença para aproveitar ao máximo a experiência. Eis o que deve saber antes de partir.

Onde ficar alojado na Guadalupe?

Para otimizar o seu roteiro na Guadalupe, recomendamos que mude de alojamento ao longo da viagem, em vez de permanecer sempre na mesma zona. A ilha é maior do que parece e os tempos de deslocação podem rapidamente aumentar, sobretudo em Basse-Terre.

As zonas que testámos e recomendamos são:

  • Deshaies: perfeita para explorar a costa oeste, as praias selvagens e a natureza envolvente.
  • Trois-Rivières: ideal para visitar Les Saintes, La Soufrière e as Cascatas do Carbet.
  • Sainte-Anne: excelente localização para desfrutar das praias e da lagoa.

👉 Se voltássemos à Guadalupe, manteríamos exatamente esta organização, embora provavelmente escolhêssemos um alojamento mais central em Sainte-Anne.

Onde comer na Guadalupe?

A Guadalupe é um destino tão gastronómico quanto exótico! Recomendamos alternar entre restaurantes e pequenos snacks locais. Assim, têm a certeza de provar muitas especialidades! Pensávamos comer muito peixe, mas no final acabámos por comer sobretudo frango!

Os nossos endereços preferidos:

  • Les balançoires no dia passado em Les Saintes
  • D’lo An Bouch em Morne
  • Lucullus em Sainte-Anne
  • Paradise Kafé em Deshaies

O que comer na Guadalupe?

Claro que vos vou fazer um artigo dedicado às especialidades da Guadalupe, mas entretanto aqui ficam os essenciais a não perder:

  • os bolinhos de bacalhau (mas nada a ver com os nossos portugueses !)
  • o bokit, perfeito para comer na rua
  • o colombo (de frango ou peixe)
  • os kassav (tipo pão de mandioca)
  • o sorvete de coco, muitas vezes vendido nas praias
  • os “tourments d’amour”

Os melhores spots não são necessariamente os mais turísticos: não hesitem em experimentar as pequenas bancas locais. Aliás, muitas vezes comemos melhor em snacks simples do que em alguns restaurantes.

Como deslocar-se na Guadalupe?

O carro é indispensável para visitar a Guadalupe. Os transportes públicos são muito limitados e pouco adequados a um itinerário turístico. Só assim conseguem aceder a praias mais isoladas, explorar a natureza e aproveitar pôr-do-sol incríveis…

Nós alugámos com a BSP Auto como sempre! Já há vários anos que recorremos a eles e nunca ficámos desiludidos. Sem taxas escondidas, comunicação fluida e, claro, continuam a ser dos que apresentam os melhores preços. Perfeito!

Qual é a melhor altura para viajar para a Guadalupe?

A Guadalupe beneficia de um clima tropical agradável durante todo o ano, mas a melhor época para viajar situa-se geralmente entre dezembro e maio, durante a estação seca.

Nessa altura, irão normalmente encontrar temperaturas agradáveis, mais dias de sol e menos chuva, o que é ideal para aproveitar as praias, fazer caminhadas e excursões de barco.

A estação húmida, de junho a novembro, continua a ser totalmente viável, com temperaturas mais altas e aguaceiros mais frequentes, embora geralmente curtos.

Dito isto, isto é a teoria — na prática, nós tivemos várias chuvadas, sim curtas, mas em vários dias diferentes. Uma das nossas anfitriãs disse-nos que nos últimos 3/4 anos já não se nota assim tanta diferença entre as estações.

Ver baleias na Guadalupe 🐋

Entre janeiro e abril, é possível observar baleias-jubarte, bem como golfinhos, principalmente ao largo de Basse-Terre. São propostas várias excursões de barco, nomeadamente na zona do santuário AGOA.

Pessoalmente, nós não o fizemos, porque tínhamos reservado a excursão para Petite-Terre (que já representa um orçamento bastante elevado), mas deve ser uma experiência absolutamente incrível se viajarem para a Guadalupe nessa altura.

Perguntas frequentes sobre a Guadalupe

  1. Qual é a parte mais bonita da Guadalupe?

    É difícil escolher, porque a Guadalupe oferece paisagens muito variadas.
    Basse-Terre é ideal se gostam de natureza: cascatas, floresta tropical, caminhadas e o vulcão da Soufrière.
    Grande-Terre é perfeita para as praias, lagoas e águas azul-turquesa.
    👉 O ideal continua a ser combinar as duas, como no itinerário que fizemos!

  2. Qual é a praia mais bonita da Guadalupe?

    A praia de Grande Anse é muitas vezes considerada uma das mais bonitas da ilha, com a sua areia dourada e coqueiros.
    Mas há outras praias que valem muito a pena: Anse Laborde, a praia de Raisins Clairs, as praias de Sainte-Anne…
    👉 Cada zona tem as suas pérolas, por isso não hesitem em variar.

  3. Quanto tempo é preciso para visitar a Guadalupe?

    7 dias: para ver os pontos essenciais, mas com um ritmo mais intenso.
    10 dias: o melhor compromisso (aquele que nós escolhemos).
    2 semanas: ideal para explorar ilhas como Marie-Galante, La Désirade ou passar mais tempo em Les Saintes.

  4. Qual é a melhor altura para viajar para a Guadalupe?

    A melhor época para visitar a Guadalupe é de dezembro a maio, durante a estação seca.
    Vão beneficiar de um clima soalheiro, temperaturas agradáveis e pouca chuva.
    Entre janeiro e abril, também é possível observar baleias ao largo de Basse-Terre.

  5. Guadalupe ou Martinica: qual ilha escolher?

    As duas são magníficas, mas bastante diferentes.
    A Martinica pareceu-nos mais desenvolvida e um pouco mais urbana, com uma atmosfera mais animada consoante as zonas.
    Por outro lado, a Guadalupe transmitiu-nos uma sensação mais selvagem e mais variada, nomeadamente graças ao contraste entre Basse-Terre e Grande-Terre.
    👉 Se estão indecisos entre os dois destinos, o mais difícil será sobretudo escolher qual visitar primeiro 😅

✤✤✤

Este road trip de 10 dias na Guadalupe foi claramente uma viagem magnífica! Tivemos algumas desilusões, como o cancelamento da nossa excursão a Petite-Terre ou a chuva nas cascatas do Carbet… Mas isso deu-nos ainda mais motivos para voltar, ah ah!

O que mais adorámos foi a diversidade das paisagens: passar da selva de Basse-Terre para as praias paradisíacas de Grande-Terre em apenas algumas horas é algo bastante único.

O itinerário que partilhamos aqui permite, na nossa opinião, ver o essencial sem pressas, aproveitando verdadeiramente a atmosfera da ilha.

👉 Se tivéssemos de repetir, faríamos exatamente o mesmo percurso… acrescentando talvez alguns dias para explorar ainda mais as ilhas vizinhas como Marie-Galante.

Se estão a preparar a vossa viagem, esperamos que este itinerário na Guadalupe vos ajude a organizar uma estadia inesquecível 🌴

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